Por M. Dantas
Corinthians: Felipe; Alessandro (Jucilei), Chicão, William, Roberto Carlos; Ralf, Elias, Theco e Jorge Henrique; Defederico (Souza) e Ronaldo.
Racing:Jorge Contreras; Brasesco, Hernández, Palás e Tejera; Vega, Ostolaza, Darío Flores e Mirabaje (Scotti); auteruccio e Quiñones (Jean Pierre Barrientos).
Mas a incredulidade, a apreensão e o medo do corinthiano durou pouco. Exatamente 9 minutos. Aos 10 minutos em uma jogada genial do não-genial Tcheco, o Corinthians empatou o jogo no Pacaembu. Gol de Elias, aquele que para Ronaldo foi o melhor jogador do Paulistão '09, foi o Salvador da Pátria no Pacaembu de 24 de fevereiro.
E o torcedor do Timão - e só poderia ser um torcedor do Corinthians, mesmo - teve que esperar até os 23 do segundo tempo para soltar o grito entalado na garganta. Mais um gol de Elias e o time da virada, da raça e da superação virava o jogo em um Pacaembu extasiado com o segundo gol de seu segundo volante.
Um 2 a 1 com cara do Sport Club Corinthians Paulista, mas um 2 a 1 que não esconde - embora cegue o torcedor - de que na Libertadores vão ocorrer gols nos primeiros segundos de jogo e que talvez esse gol não seja contra um fraco time uruguaio. O Corinthians ainda tem pela frente Cerro Porteño e Independiente de Medellín, times não tão bobos e não tão ruins quanto o fraco Racing.
O Corinthians não jogou bem, mas jogou como se deve jogar uma Libertadores. E é um gol de segundo volante que decide uma Libertadores, como o de Galeano em 2000 exatamente contra o Corinthians. E o Corinthians parece que sabe disso.
Melhores Momentos:
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