Por Bruno F.
Robinho no Santos, Adriano e Vagner Love no Flamengo, Roberto Carlos e Ronaldo no Corinthians, Cicinho no São Paulo, Edmilson (ex-Palmeiras) e Fred no Fluminense. São todos exemplos de jogadores estabelecidos na Europa que voltaram para o Brasil, buscando, novamente, reconhecimento pessoal e chamar atenção do professor Dunga, que está muito próximo de distribuir as passagens para a África do Sul.
O fato é que, mesmo sendo um paraíso financeiro para os jogadores, a Europa não é o palco do melhor futebol do mundo. Os campeonatos são pouco disputados e recheados de estrelas, o que faz com que os brasileiros 'exportados' percam muito espaço nas equipes, ficando 'invisíveis' à CBF. O Robinho é um exemplo recente. Reserva do Real Madrid, em seguida reserva do fraco Manchester City, não mostrava seu futebol para o mundo e perdeu vaga na seleção para o Nilmar, que marcava gols pelo Internacional aqui no Brasil. Agora retornou ao Santos, fez um golaço no clássico e mais dois contra o Bragantino.
Será que não é nisso que os jogadores deveriam pensar antes de se mandar para a Europa na primeira proposta que recebem? Mesmo com o peso da parte financeira, acredito que vale muito mais a pena o reconhecimento com o povo brasileiro. Os goleiros Marcos e R. Ceni são jogadores que recusaram propostas milionárias para atuar continuar a atuar por aqui. O primeiro, recusou proposta do Arsenal para disputar a série B pelo Palmeiras, em 2003.
De uma forma geral, o Brasil só tem a ganhar com tudo isso. Os times ganham grandes jogadores, os torcedores recebem seus ídolos de volta e, principalmente, o nível técnico do nosso futebol sobe.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
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