quinta-feira, 18 de março de 2010

ANÁLISE: Cerro Porteño 0 x 1 Corinthians (17/03)


Por: Lucas Galvão


Em jogo truncado e de muita marcação, o Corinthians venceu o Cerro Porteño em pleno Defensores Del Chaco e manteve a liderança do Grupo 1 da Libertadores, com 7 pontos.

Cerro Porteño: Barreto; Irrazabal, Herner (Cardozo), Torren, Piris; Nuñez, Cáceres (Recalde), Britez, Julio do Santos; Ramirez (Ereros) e Zeballos.

Corinthians: Felipe, Moacir, Chicão, William, Roberto Carlos, Ralf, Elias, Jucilei, Danilo (Tcheco), Ronaldo (Souza) e Dentinho (Jorge Henrique)

O Corinthians começou marcando muito, devido à pressão natural exercida pelo time da casa no início da partida. Porém, o time foi se acertando e aos 7 minutos, Roberto Carlos enfiou linda bola para Elias. Grande defesa de Barreto.

O jogo era pegado e de muitas faltas, sem oportunidades de gol. Até que aos 40 minutos, Dentinho cobrou escanteio, Danilo deu lindo passe no ar e Ronaldo, contando com a bobeira do zagueiro, abriu o placar para o Corinthians no Paraguai. O Fenômeno ainda quebrou um jejum de gols que já perdurava há cinco jogos.


No início do segundo tempo, o Cerro partiu pra cima. Ramírez, ex- Flamengo, chutou duas vezes, exigindo ótimas defesas de Felipe logo aos 3 minutos, o que assustou o Corinthians.

O Timão, porém, em jogada de contra ataque, marcou o segundo gol com Danilo, porém,o gol foi corretamente anulado.

As 15 minutos, Julio dos Santos chegou a driblar Felipe, mas Roberto Carlos, melhor em campo pelo Corinthians, tirou a bola com um carrinho, salvando a pele corintiana.

Brítez foi expulso aos 37, facilitando a vida corintiana e garantindo a vitória.

Assim, o Timão venceu um jogo difícil, garantiu liderança isolada, e deu mostras de que é candidato ao título, pois parece “saber jogar” Libertadores, jogando um futebol burocrático, porém eficiente fora de casa e ofensivo ao extremo dentro de casa, o que costuma ser a chave do sucesso dos campeões.

Agora, o Corinthians enfrenta o Grêmio Prudente, domingo, dia 21 de março, no Prudentão, às 17h00.
Melhores Momentos:


terça-feira, 16 de março de 2010

ANÁLISE: São Paulo 2 x 1 Rio Branco (14/03)


Por M. Dantas


Jogando no Morumbi, em uma tarde mais que chuvosa, com pouco mais que nove mil torcedores, o São Paulo venceu o jogo "na hora que quis". Isso por quê, até os 37 minutos do segundo tempo, o placar mostrava uma vitória magra, a banho-maria do São Paulo: um mísero 1 a 0. Até os 37 minutos, quando o Rio Branco empata o jogo.



São Paulo: Rogério Ceni; Jean, André Luis, Miranda e Carleto; Rodrigo Souto, Cleber Santana, Léo Lima (Hernanes) e Jorge Wagner (Henrique); Fernandinho e Dagoberto (Marlos).
Rio Branco: Cristiano; Fábio Baiano, Airton, Kléber e Maurim; Éverton, Márcio Carioca, Felipe (Alex Terra) e Romarinho (Ricardinho); Jobinho e César (Índio).


O São Paulo permanece jogando o Campeonato Paulista como um simples e até pedante laboratório. Poupando quatro titulares (Cicinho, Alex Silva, Marcelinho Paraíba e Washington), a equipe tricolor enfrentou o mais do que fraco Rio Branco de Americana, time que, em um passado distante, já foi tradicional na disputa de Campeonatos Paulistas.


E aos onze minutos, Léo Lima fez valer o ingresso dos poucos pagantes que, valentes, foram assistir à partida. Com um passe impensável aos olhos de qualquer espectador - no campo e pela TV - colocou Jorge Wagner frente a frente com o goleiro Cristiano. Indefensável e o primeiro gol do São Paulo.


E foi assim até o final. O São Paulo na medida do possível tentava marcar o segundo. Sabia que poderia matar o jogo a qualquer momento. Só não sabia que deveria usar deste artifício. Depois de um apagão no estádio e logo após um apagão na equipe são-paulina, o Rio Branco empata a partida: Romarinho.


Mas bastou apenas Hernanes entrar no jogo que o São Paulo, fácil, fácil, desempatou o jogo. Poderia ainda ter feito mais gols, mas ficou por isso mesmo. São Paulo, pensando mais no Nacional - o do Paraguai - do que nos campeonatos nacionais, 2, Rio Branco, pensando em sabe-se lá o quê, 1.

Melhores Momentos:


ANÁLISE - Santos 3x4 Palmeiras (14/03)

Por Raphael Ferreira

Finalmente, o Palmeiras convenceu, e logo diante do tão temido Santos. Em um jogo marcado pelas provocativas comemorações o Palmeiras levou a melhor, e luta pela vaga no G4.

Santos: Felipe, Wesley (Madson), Edu Dracena, Durval e Pará; Rodrigo Mancha, Marquinhos (Maranhão) e Paulo Henrique Ganso; Neymar, André (Zé Eduardo) e Robinho.

Palmeiras: Marcos; Eduardo (Márcio Araújo), Danilo, Léo e Armero; Pierre, Edinho (Ivo), Cleiton Xavier e Diego Souza; Ewerthon (Lincoln) e Robert

O Santos começou a partida jogando melhor e aos 10 minutos, Pará recebeu a bola pela esquerda, tentou cruzar mas jogou a bola no ângulo de Marcos, que nada pôde fazer. A equipe alvinegra continuou pressionando o Palmeiras e aos 30 minutos, Paulo Henrique deu um belo passe para Neymar, que só teve o trabalho de chutar na saída de Marcos para ampliar o placar. Tudo se encaminhava para uma goleada santista, Neymar ainda perdeu uma oportunidade de frente com Marcos e aí o Palmeiras apareceu, Cleiton Xavier cruzou e Robert se antecipou, começando a reação alviverde. Menos de 2 minutos depois, Armero cruzou e Robert novamente se antecipou e bateu no canto de Felipe, empatando a partida, na comemoração os palmeirenses descontaram as ''dancinhas'' santistas e resolveram dançar também, Armero se empolgou.

Na segunda etapa, a zaga palmeirense marcou melhor e não deu espaços para Neymar, Paulo Henrique e Robinho, este apagado o jogo inteiro. Aos 3 minutos, Ganso teve uma boa chance mas Marcos espalmou, logo depois Wesley vacilou e deixou o estreante Ewerthon na cara do gol, mas ele perdeu a chance. Novamente numa falta cobrada por Cleiton Xavier, Léo acertou a trave e no rebote, Diego Souza empurrou para o fundo das redes, novamente com dança na comemoração. Mádson entrou e recebeu um ótimo passe de Paulo Henrique para empatar a partida, Mádson ameaçou imitar um porco na comemoração, porém dançou com Neymar.
Neymar deu um carrinho por trás em Pierre e foi expulso. A equipe palmeirense foi ao ataque e numa bobeira da zaga, Robert acertou um lindo chute e concretou a vitória palmeirense.

O Santos continua como líder do Paulista, mas perdeu a invencibilidade de 12 jogos, já o Palmeiras está na 7a posição mas briga pelo G4.

Melhores Momentos:

ANÁLISE: Corinthians 2 x 1 Santo André (14/03)


Por: Lucas Galvão e Rodrigo Mileo


Em um jogo que contou com grande atuação de Ronaldo, Roberto Carlos e Dentinho, o Corinthians venceu o Santo André, por 2 a 1 , neste domingo, dia 14 de março, na Arena Barueri.


Corinthians: Felipe, Moacir (Marcelo Mattos), Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei, Elias e Jorge Henrique (Iarley); Dentinho (Morais) e Ronaldo.


Santo André: Júlio César, Cicinho, Cesinha, Marcel e Arthur (Rodrigão); Alê, Ricardo Conceição, Branquinho e Bruno César (Pio); Rodriguinho e Nunes (Rômulo).


O jogo, muito bom no primeiro tempo, começou eletrizante. Aos 3 minutos, Ronaldo deu grande assistência e Dentinho completou de perna esquerda, marcando o gol 10.000 da história do Corinthians.


O Corinthians dominava o Santo André, não deixando o time do ABC jogar, o sufocando em sua própria defesa. Graças à essa pressão, aos 10 minutos, Ronaldo rolou para Roberto Carlos, que soltou a bomba e ampliou. Um gol de placa em Barueri e o primeiro do lateral esquerdo pentacampeão com a camisa do Corinthians.


A pressão corintiana seguiu firme até os 25 minutos, quando Nunes deu a primeira finalização do Santo André.


O Timão diminuiu o ritmo, e aos 43 minutos, Ricardo Conceição ajeitou para a perna direita e colocou no canto do goleiro Felipe. 2 x 1 e final do primeiro tempo.


Logo no início do segundo tempo, o Ramalhão quase empata: Ricardo Conceição, melhor do Santo André em campo, assustou Felipe, que fez difícil defesa em dois tempos. Dentinho, sentiu a coxa e pediu para sair, mas a lesão não o tirará do próximo jogo.


Ronaldo, aos 12, e Jucilei, aos 15, forçaram Júlio César a fazer grandes defesas, com chutes de fora da área, desperdiçando oportunidades de matar o jogo.


O jogo foi se arrastando, até que Rodriguinho, artilheiro do Paulistão, com 10 gols, aos 40 minutos, invadiu a área sozinho, porém demorou demais e foi travado por Chicão.


Aos 45, Ronaldo ainda perdeu chance incrível, mas não importava. Timão 2 x 1 e lugar no G-4.


Agora, Corinthians vai enfrentar o Cerro Porteño, quarta, às 21h50, no Paraguai, visando manter a liderança de seu grupo na Copa Liberadores.

Melhores Momentos:

sábado, 13 de março de 2010

Giro na semana (8 – 14 de Março)

Por: Lucas Galvão


Portuguesa: A Portuguesa demonstrou interesse em Roger, do São Paulo. O clube paulista quer o jogador por empréstimo para a Série B do Campeonato Brasileiro. A diretoria da Portuguesa também afirmou estar de olho em jogadores que estão se destacando no Paulstão. O frenesi pelas contratações é devido ao erro nas contratações de Celsinho, Athirson e Marcos Paulo, jogadores que já haviam passado pelo clube e que demonstraram que “flashbacks de amor” não funcionam.

Vitória: O Vitória também demonstrou interesse por Roger, do São Paulo, para a disputa da Série A do Brasileiro. O jogador já passou pelo clube baiano em 2009.

Palmeiras: O Palmeiras contratou Vítor, lateral direito do Goiás. O jogador, lateral do Campeonato Brasileiro por 2 anos seguidos, vem em troca do empréstimo por um ano de Deyvid Sacconi, William, Wendel e Daniel Lovinho, além de uma quantia de dinheiro (600 mil reais). O lateral assinou contrato de quatro anos. O clube paulista também demonstrou interesse em contratar Fernandão, também do Goiás, porém esta negociação é muito mais complicada, já que Fernandão, apesar de infeliz no clube goiano, já demonstrou interesse em atuar pelo rival São Paulo.

Fluminense: O Fluzão vendeu Maicon, jogador revelado nas categorias de base do clube e que vivia melhor fase de sua carreira, para o Lokomotiv Moscow (RUS), por 4 milhões de euros (cerca de R$ 9,8 milhões).

Ceará: O Ceará contratou, por empréstimo, Érick Flores, revelação do Flamengo, até o final do ano. O jogador, que não teria chances no Flamengo, devido à ascensão de Vinícius Pacheco e Bruno Mezenga, foi escolhido e aprovado pelo técnico PC Gusmão.

Vasco: O Vasco acertou a contratação do lateral esquerdo Ramon, do Internacional. O jogador, que atuou pelo clibe carioca ano passdo e estava encostado no clube gaúcho, teve seu passe comprado pela Traffic e foi repassado para o Vasco. O jogador assinou contrato de quatro anos.

Goiás: O Goiás anunciou três reforços durante esta semana que se passou; Túlio, vindo do Grêmio, Éverton Santos, do PSG e Mateus, da Canedense. Os dois primeiros assinaram contrato de um ano, enquanto o terceiro assinou por seis meses.

Corinthians: O meio campista Deco, brasileiro naturalizado português, afirmou o desejo de voltar para o Brasil e encerrar sua carreira no clube que o revelou, o Corinthians. Estaria mais um galáctico à caminho do Timão?

sexta-feira, 12 de março de 2010

ANÁLISE: Independiente de Medellín (COL) 1 x 1 Corinthians (10/03)

Por: Lucas Galvão

O Corinthians, jogando um futebol nada convincente, empatou com o Independiente de Medellín, por 1 a 1, devido somente a um lampejo de craque de Dentinho, que acertou um chutaço. O jogo ocorreu em Bogotá, devido ao aluguel do estádio em Medellín para uma competição internacional.

Corinthians: Felipe; Marcelo Mattos (Morais), William, Chicão e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei, Elias e Danilo (Dentinho); Jorge Henrique e Ronaldo (Souza).

Independiente: Aldo Bobadilla; Ricardo Calle, Anselmo de Almeida, Leyton Jiménez e Juan Valencia; Esteban Ortiz, Javier Restrepo, Luis Arias e Nelson Barahona (César Valoyes); Mario Giménez (Tressor Moreno) e Felipe Pardo (César Rivas).

O primeiro tempo de jogo foi fraquíssimo. Nos primeiros 25 minutos de jogo, as equipes apenas se estudaram, desanimando a torcida no estádio El Campín. A altitude foi um fator muito prejudicial também, já que dois dos principais jogadores do Corinthians reclamaram de dores na nuca, Jorge Henrique e Felipe. Ronaldo teve sua pior atuação pelo Corinthians, já que não se movimentou e errou tudo que tentou.

O único lance de perigo ocorrido foi inacreditável. Pardo, aos 39 minutos, recebeu a bola, em um drible, fintou Chicão e William, em outro limpou Marcelo Mattos. O jogador faria o gol, caso não tentasse dar outro drible, deixar e escapar um pouco a bola e chutar quase em cima de Felipe. Aos 45 minutos, Roberto Carlos, ainda bateu uma falta perigosa para boa defesa de Bobadilla, ex Boca Juniors.

O segundo tempo teve em seu inpicio, Tressor Moreno e Dentinho em campo, o que deu uma mobilidade diferente ao jogo. O Corinthians chegou algumas vezes, sem perigo, parecendo satisfeito com o resultado. Aos 29, entrou César Valoyes, que aos 30 minutos do segundo tempo, em posição irregular, abriu o placar para o time colombiano.

O Corinthians, então, decidiu partir pra cima, e Dentinho, usando a altitude, deu uma patada de fora da área e empatou o jogo, provando que merece ser titular desta equipe do Corinthians.

Aos 42, o torcedor corintiano ainda levou um susto...Tressor Moreno recebeu sozinho e isolou a bola. 1 a 1. Mano Menezes pareceu feliz, já que sua equipe agora é líder do grupo, com 4 pontos.

Agora, o Timão tem parada dura, enfrenta o vice líder do Paulistão, o Santo André, domingo, dia 14 de fevereiro, ás 19h30, na Arena Barueri.

Melhores Momentos:

ANÁLISE: Nacional 0 X 2 São Paulo (11/03)

Por: João Molina

Em atuação novamente apagada, a equipe do São Paulo derrotou o Nacional do Paraguai, time muito fraco tecnicamente, na base das jogadas individuais de seus atacantes e do opotunismo de Washington.

NACIONAL (PAR):Caffa, Carlos Ruiz Peralta (Arturo Aquino) (Bogado), Raúl Piris, Herminio Miranda e Ricardo Mazacotte; Marcos Melgarejo (Beltrán), Orlando Bordón, Marcos Riveros e Miers; Víctor Aquino e Ramos.

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Cicinho (Rodrigo Souto), Alex Silva, Miranda e Junior Cesar; Richarlyson, Jean, Marcelinho Paraíba (Cléber Santana) e Hernanes; Dagoberto (Fernandinho) e Washington.

No primeiro tempo, ambos os times tiveram fraca atuação de seus meias que não proporcionavam nada além de sono para os espectadores e a frágil equipe paraguaia também sofria pela falta de técnica de seus jogadores que se limitava apenas a jogadas aéreas quando a mesma era possível.

Após sonolenta primeira etapa o São Paulo colocou Cléber Santana - que deu um toque de qualidade ao meio de campo - porém o jogo continuava morno da mesma forma, insistentes jogadas aéreas por parte do Nacional e o Tricolor não aproveitava seus contra - ataques, porém, aos 13, Washington recebeu passe de Dagoberto, tirou o goleiro com categoria e abriu o placar. Aos 44 minutos de partida Fernandinho, que havia acabado de entrar, foi importante novamente, fez bela jogada pela esquerda e tocou para Washington, em condição irregular, novamente completar para o fundo das redes 2x0 e o jogo ficou assim.

Em talvez a primeira partida no ano em que Ricardo Gomes pôde contar com seu elenco completo para a partida, a equipe decepcionou na vitória de 2x0 e segue sem convencer a ninguém, o que é triste para o torcedor tricolor, que viu seu time contratar 11 reforços e muitos deles com status de "craque" seguem decepcionando, assim como disse na minha última análise de que as coisas precisavam mudar para o São Paulo, agora o tempo está ficando curto e logo o mata-mata da taça Libertadores chegará, e para não haver surpresas, essa mudança é necessária.

Melhores Momentos:


quinta-feira, 11 de março de 2010

ANÁLISE: Palmeiras 3 x 2 Sertãozinho (08/03)


Por Raphael Ferreira

O Palmeiras novamente teve muita dificuldade no ataque e na defesa, mas contou com Cleiton Xavier inspirado, fazendo 2 gols em 10minutos garantiu a vitória alviverde. Mesmo com a vitória alguns jogadores foram muito cobrados pela torcida, principalmente Robert e Wendel. O Sertãozinho com a derrota permanece na última posição do Paulista.

Palmeiras: Marcos, Wendel (Ivo), Danilo, Léo e Eduardo; Pierre, Márcio Araújo, Cleiton Xavier e Deyvid Sacconi (William) ; Lenny (Daniel Santos) e Robert

Sertãozinho: Gilberto, Ricardo Lopes, Pablo, Erivelton e Rubens Cardoso (Bruno Mineiro); Éverton, Magal, Rodriguinho e Marcus Vinícius; Thiago Silvy (Alex Maranhão) e Mendes (Cascata)

Na primeira etapa o Palmeiras estava melhor, mas Deyvid Sacconi não acertava os chutes. Aos 23 minutos Pierre lançou Lenny, que passou pelo goleiro e fez o gol palmeirense. Aparentava ser uma fácil vitória alviverde, mas os jogadores diminuiram o ritmo de jogo e o Sertãozinho se aproveitou e aos 41 minutos, Mendes acertou um chute no ângulo do goleiro Marcos, empatando a partida.

Logo no começo da segunda etapa, Wendel perdeu a bola, Rodriguinho tocou para Thiago Silvy, que chutou e Marcos não segurou no rebote sofreu um pênalti duvidoso. Marcos tentou tirar a perna para não atingir o atacante, mas o árbitro considerou pênalti. Ricardo Lopes bateu e virou o jogo para o Sertãozinho.

O time do Palmeiras jogava com vontade, porém sem qualidade técnica e desorganizado taticamente, aos 38 minutos Léo cruzou e Cleiton Xavier de cabeça empatou o jogo. Depois deste gol o Palmeiras continuou atacando e no último lance da partida, Cleiton Xavier recebeu cruzamento, dominou no peito e chutou sem chances para o goleiro Gilberto.

O resultado foi ótimo para a equipe alviverde, pois mesmo desacreditada, está a apenas 3 pontos do G4, contudo domingo enfrenta os Meninos da Vila, o Palmeiras precisa do resultado e terá que segurar Paulo Henrique, Neymar, Robinho e cia. tem tudo para ser um jogão.

Melhores Momentos:

terça-feira, 9 de março de 2010

ANÁLISE: Ponte Preta 0 x 2 São Paulo (07/03)

Por M. Dantas

Uma vitória com falhas. Uma vitória que não convence. Se existe um jogo que define bem a frase "valeu pelos três pontos" esse jogo foi Ponte Preta 0, São Paulo 2, em Campinas. Com dois gols do ora matador, ora perna-de-pau Washington e uma defesa de pênalti do ora grande goleiro, ora goleiro que bate falta Rogério Ceni. E assim o São Paulo acabou conseguindo a vitória que, de fato, valeu apenas pelos 3 pontos.


Ponte Preta: Eduardo Martini, Marcos Rocha, Diego (André Rocha), Léo Oliveira e Vicente; Guilherme, Galiardo, Tinga e Fabiano Gadelha (Daniel Costa); Otacílio Neto (Reis) e Finazzi; Téc. Sérgio Guedes
São Paulo: Rogério Ceni, Cicinho, Alex Silva, Xandão e Junior Cesar; Jean, Richarlyson, Hernanes (Rodrigo Souto) e Marcelinho Paraíba (Léo Lima); Dagoberto e Washington (Marlos); Téc. Ricardo Gomes

Em um jogo que matou a volta de Ricardo Gomes ao comando tricolor, quem parece ainda estar em coma induzido pela Libertadores é o São Paulo. De olhos apenas no torneio continental, a equipe do Morumbi sorrateiramente despreza o Campeonato Paulista e utiliza-se do mesmo apenas como um laboratório de luxo, a grande demonstração da decadência dos estaduais ante os "verdadeiros" campeonatos disputados no futebol brasileiro.

E mesmo em "coma induzido" o Soberano venceu a Macaca no Moisés Lucarelli. E como se jogasse no Morumbi, o São Paulo marcou o primeiro logo no início do jogo, aos 16. Mas a Macaca, que tem um bom time, dificultuou o jogo e logo depois "arranjou" um "pênalti". "Pênalti" que Fabiano Gadelha bateu e Rogério Ceni "defendeu". Aspas pois nem foi pênalti. E aspas que Rogério Ceni não defendeu, quase tirou a bola antes do atacante bater.

E após o pênalti, o São Paulo marcou outro, de novo com Washington que sacramentou a vitória do tricolor do Morumbi. Agora o São Paulo milagrosamente sairá do seu coma induzido e mirará apenas no Nacional do Paraguai, pela Libertadores, na quinta-feira. E nesse jogo vai ter que "jogar sério".

Melhores Momentos:

domingo, 7 de março de 2010

ANÁLISE: Portuguesa 1 x 1 Santos (07/03)


Por: Lucas Galvão

Em um grande jogo no Canindé, o Santos conseguiu o empate no finalzinho, com Zé Eduardo, e manteve série invicta. O time, porém, deu adeus ao sonho de bater o recorde do time de Pelé, de 12 vitórias seguidas.

Portuguesa: Fábio, Paulo Sérgio, Thiago Gomes, Domingos, Preto Costa, Fabrício, Gláuber, Marco Antônio (Henrique), Héverton (Jean Natal), Athirson e Luiz Ricardo (Rafael Silva).

Santos: Felipe, Roberto Brum (Marquinhos), Edu Dracena, Durval, Pará (Mádson), Arouca, Wesley, Paulo Henrique Ganso, Neymar, André (Zé Eduardo) e Robinho.

Em um Canindé tomado por 9 mil santistas, o time da Vila chegou confiante e falando em quebra de tabu e vitória importante antes mesmo do jogo começar. Porém, a Portuguesa, que foi a pedra no sapato dos times grandes neste Paulistão, começou o jogo pressionando muito, o Santos, que não tinha Léo, machucado. Aos 3 minutos, a Lusa já havia perdido grande chance: Luiz Ricardo entrou sozinho na área e jogou em cima do goleiro Felipe. Na sequência, em bola lançada na área, Edu Dracena recuou de maneira estranha, assustando a torcida do Peixe na Vila.

Passado o surto inicial, o Santos passou a tocar mais a bola, e aos 7 minutos, em jogada de contra ataque, Fábio fez duas grandes defesas em sequência, em chutes de André e Ganso.

A Portuguesa passou a levantar bolas na área, e a zaga do Santos, a tirá – las. Até que aos 14 minutos, Marco Antônio lançou Héverton, que antecipando ao péssimo Edu Dracena, fez 1 a 0 Lusa no Canindé, para delírio dos mil torcedores da Lusa presentes no estádio.

Então, como em todo jogo, a Portuguesa recuou muito. Aos 17, Robinho aparaceu cara a cara. Fábio fez grande defesa. Neymar cobrou falta, aos 22, na cabeça de Edu Dracena, que cabeceou bem, mas a bola passou tirando tinta da trave esquerda de Fábio. Aos 26, o Menino da Vila bateu direto, assustando a defesa lusa. O jogo se tornou pegado e faltoso, muito baseado em bolas paradas. Até os 42 minutos, quando André cortou Thiago Gomes e bateu. Fábio fez defesa espetacular.

No retorno do segundo tempo, o Santos veio com mentalidade de empatar o jogo, e cedeu espaços. Em contra ataque, Athirson chutou, Felipe espalmou e Héverton bobeou e perdeu um daqueles gols “Até a minha vó faria”.

Aos 12, Fábio, o melhor goleiro do Paulistão, até aqui, segundo as notas, do Diário LANCE!, fez defesa digna de seu posto. Neymar dominou brilhantemente rebote de escanteio e soltou a bomba no ângulo esquerdo e saiu pra comemorar...mas Fábio fez defesa inacreditável e levou o jovem ao desespero.

O Santos chegou com perigo, aos 19 com Wesley. A Lusa perdeu gol incrível com Athirson, aos 21.

Aos 28, entra Zé Eduardo, o Zé Love. E depois de tanto pressionar, o Peixe conseguiu o empate com ele, Zé Eduardo, aos 47 minutos do segundo tempo. Fim de jogo? De maneira nenhuma. Sem alguma razão, o juiz acresceu 5 minutos ao jogo, o levando até os 50.

Devido a lesão de Athirson, o jogo, acredite, foi estendido até os 52 minutos. Aos 51, Robinho bateu colocado... Fábio salvou e garantiu o empate pra Lusa.

Um jogaço no Canindé, que teve como aspecto negativo a contusão séria de Athirson, no joelho, e a arbitragem, que saiu a gritos de “Au, au, au, vão morrer na Marginal”, em menção a proximidade do Canindé a Marginal Tietê.

O resultado, praticamente tira as chances de classificação da Lusa, enquanto o Santos segue líder isolado, mas diz adeus ao tabu de vitórias.

Melhores Momentos

sábado, 6 de março de 2010

ANÁLISE: Corinthians 1 x 1 Botafogo (04/03)


Por Rodrigo Mileo



Em jogo de comemoração de um ano da estreia de Ronaldo, Corinthians domina o jogo mas não sai do empate e cai para a sexta posição no Paulistão.


Corinthians
:Felipe; Alessandro, Chicão, Leandro Castan e Dodô (Edu); Jucilei, Elias, Tcheco (Ralf) e Jorge Henrique; Dentinho (Souza) e Ronaldo

Botafogo
:Weverton; Jonas, Cleiton, Leandro Amaro e Andrezinho; Rodrigo Pontes (Vinícius), Augusto Recife, Ademir Sopa e Xuxa (Washington); William e Ricardinho (Adriano)

O Corinthians entrou em campo com um time misto, visando a Copa Libertadores. O jogo começou morno, no primeiro tempo o time da casa apenas assustou o goleiro Weverton em lances de bola parada, e raro lances individuais. Ronaldo não deu um chute sequer.

Já no segundo tempo, o Corithians voltou mais agitado, logo aos 3 minutos o Camisa 9 quase abriu o placar, mas foi travado pela zaga botafoguense. Aos 21 o Fenômeno teve mais uma chance que tirou tinta da trave, porém aos 25 Dentinho não desperdiçou, recebeu de Alessandro dentro da área, girou e bateu cruzado, a bola ainda resvalou no arqueiro Weverton. Após o gol, o Corinthians recuou e tentou administrar o placar, porém em um momento de branco da zaga anfritiã, Wilian recebeu na área fintou o zagueiro e bateu cruzado para empatar o jogo aos 33, baixando a auto estima do Timão.

O time visitante ainda tentou uma pressão, 3 minutos depois do gol de empate Washington carimbou trave corintiana assustando os 10.000 torcedores presente no Pacaembu, que viram um time com um ataque muito frágil, perdendo muitas bolas bobas, e a melhor defesa do campeonato, sofrendo com lances bobos.

Corinthians ficou com 6ª posição, com 20 pontos, domingo o Timão vai a São Caetano, enquanto o Botafogo na 3ª posição, com 20 pontos também, vai a Santo André, enfrentar o segundo colocado e tentar ficar mais próximo da classificação.

Melhores Momentos:


Giro na Semana (01 - 07 de Março)

Por: Lucas Galvão

Palmeiras: O Palmeiras fechou negócio com Bruno Paulo, atacante revelado pelo Flamengo, onde era considerado uma promessa. O jogador teve seus direitos comprados pela Traffic e será repassado para o Palmeiras. Segundo o vice - presidente Gilberto Cipullo, o jogador, desconhecido, tem muita qualidade e virá pra disputar vaga no time titular do Verdão. O jogador, de 20 anos, fechou contrato por cinco anos.

Atlético MG: O Galo anunciou a contratação de Édison Mendéz, da LDU, o carrasco do Fluminense na SulAmericana de 2009. O jogador, de 30 anos, assinou pré contrato com o clube mineiro e deve chegar em Maio apenas. Por outro lado, Thiago Feltri foi emprestado para o Atlético GO, o jogador se juntará à Welton Felipe, outro jogador emprestado pelo Galo ao clube goiano.

Botafogo: O Fogão contratou Edno, meia – atacante do Corinthians, por empréstimo até o fim do ano. O jogador inclusive já tem seu nome aparecendo no BID e deve estrear neste domingo, dia 7 de março, com a camisa do Fogão.

Brasiliense: O time de Brasília anunciou a contratação de dois jogadores: Juliano, zagueiro de 29 anos, ex – Sport, e Dori, jóia das categorias de base do Fluminense. O primeiro fechou contrato por dois anos, enquanto o segundo chega por empréstimo até o final do ano.

Flamengo: O clube demonstrou interesse em tirar Diego Souza do Palmeiras. O jogador, que pertence à Traffic, vem dando declarações estranhas, dizendo coisas que o fariam sair do Palmeiras. A torcida verde tem medo de que o meia siga o mesmo caminho de Vágner Love, artilheiro do Cariocão 2010.

Internacional: O Inter negociou o zagueiro Danilo Silva por 4 milhões de euros (R$ 9,8 milhões), com o Dínamo de Kiev (UCR). O zagueiro, revelado pelo Guarani, e com passagem discreta pelo São Paulo, já está na Ucrânia. O Inter receberá apenas metade do valor, já que 50% dos direitos de Danilo eram da Traffic. O Inter tirou o jovem zagueiro Ronaldo, do Atlético PR, para substituir Danilo. Além disso, um grupo de empresários quer comprar a revelação do Bahia, Wilson Júnior, atacante de 20 anos, e repassar para o Colorado. A negociação seria de 500 mil dólares (R$ 850 mil reais). O Inter também vê uma disputa no exterior, já que Tottenham e Real Madrid disputam para ver quem comprará o jovem Sandro, volante do Internacional. O Inter já afirmou que não pretende vender o jogador, mas não nega que caso apareça uma proposta irrecusável, não terá como não aceitar.

Náutico: O clube pernambucano anunciou a contratação do zagueiro Ediglê, de 31 anos, que estava na Portuguesa – SP. O jogador era sonho antigo do clube.

sexta-feira, 5 de março de 2010

ANÁLISE: Oeste 0 x 0 São Paulo (03/03)

Por: João Molina

Em jogo morno, em que o São Paulo teve um jogador a mais em campo por grande parte da partida, a partida não sai do 0 e o Tricolor do Morumbi segue com péssimo aproveitamento fora de casa no Campeonato Paulista e na temporada 2010.

Oeste: Neneca, Cris, Adriano, Paulo Miranda; Fernandinho, Mário, Wilton Goiano, Kléber (Ale) e Rivaldo; Ricardinho e Mazinho (Alessandro).

São Paulo: Rogério Ceni, Alex Silva, Xandão, Miranda e Jorge Wagner; Jean (Léo Lima), Rodrigo Souto, Richarlyson (Fernandinho) e Cléber Santana; Dagoberto (Wellington) e Washington.

O Tricolor paulista continua fazendo o rodízio para poupar seus principais jogadores do desgaste de jogar duas competições simultaneamente (Paulistão e Libertadores), dessa vez os escolhidos foram Hernanes e Cicinho.

O São Paulo demonstrou certa apatia contra a fraca equipe do Oeste mesmo jogando com um homem a mais em parte da partida, o time mostrou que falta criatividade e que definitivamente Cléber Santana não pode ser o homem criativo da equipe, que com certeza "sentiu" a ausência de seu camisa 10.

No começo da primeira etapa, ambas equipes demonstravam falta de vontade na partida, o que deixava qualquer espectador com sono a dupla de ataque formada por Washignton e Dagoberto disperdiçava as não muitas chances de gol, e Cléber Santana contribuía - o camisa 8 fez mais uma fraca partida e após chegar da Europa com status de craque, vem merecendo ficar no banco por suas últimas atuações- então o atacante Ricardinho deu uma forte entrada em Jean e levou o cartão vermelho, o técnico Milton Cruz decidiu sacar Richarlyson para a entrada de Fernandinho, deixando a equipe mais ofensiva, a partida ganhou um pouco de emoção e o São Paulo começou a atacar mais, de todas as maneiras - pelo alto, por tabelas, por chutes longos - mas acabava sempre parando nas boas defesas de Neneca - em dia inspirado.

A segunda etapa começou da mesma forma que acabou a primeira, o Tricolor subindo muito, porém sem aquele "último toque" na jogada. O Oeste chegava com perigo nos contra ataques e quase chegou ao gol, entretanto Rodrigo Souto tirou a bola de cabeça em cima da linha. Aos 24 minutos Cléber Santana foi expulso por um carrinho totalmente desnecessário no meio do campo e ambas equipes ficaram com 10 jogadores o jogo se manteve da mesma forma que agora chegava com perigo principalmente nas jogadas individuais de Fernandinho que sempre paravam nas mãos de Neneca, e em grande partida, Miranda estava desarmando "tudo e mais um pouco" assegurando o empate. No final da partida o volante Wellington acabou parando um contra ataque do Oeste com a mão e acabou sendo expulso, mas o jogo já estava nos acréscimos e nada alterou o resultado final da partida.

A equipe do São Paulo se mostra muito dessarumada e desentrosada e apesar das 11 contratações para a temporada, e talvez um dos melhores elencos do país a equipe continua sem convencer no ano, o que deixa o torcedor muito apreensivo. Três jogadores que tinham status de craque vem decepcionando a todos, são eles: Marcelinho Paraíba, Cléber Santana e Washington(por terminar o ano de 2009 de maneira excelente), então tudo isso indica que está na hora de mudanças na equipe titular(muitas mudanças), porque desse jeito o torcedor vai ver o Tricolor passar mais um ano em branco.

Melhores Momentos:


ANÁLISE: Palmeiras 1 x 3 Santo André (03/03)


Por M. Dantas

É estranho falar sobre o Palmeiras de quarta-feira. Irreconhecível para um clube de tantas glórias perder -e feio - em casa, com pouco mais de três mil pessoas, contra um time considerado pequeno. Reconhecível pelo futebol que vem jogando há um bom tempo. Irreconhecível pelo elenco e pelo investimento que tem. Reconhecível pelo que já tem mostrado ao seu torcedor.

Palmeiras: Marcos; Euardo (Ivo), Danilo, Edinho e Armero; Pierre, Souza (Deyvid Sacconi), Cleiton Xavier (Marquinhos) e Diego Souza; Robert e Lenny.
Técnico: Antônio Carlos Zago
Santo André: Júlio César; Rômulo, Cesinha, Toninho e Carlinhos (Ricardo Conceição); Alê, Gil, Branquinho (Ricardo Goulart) e Bruno César; Nunes (Renato Dias) e Rodriguinho.
Técnico: Sérgio Soares

Em mais um dia péssimo da equipe alviverde, o Palmeiras foi derrotado por um dos melhores times do campeonato Paulista: o Santo André. Um time mais arrumado, mais entrosado e só não podemos falar que tinha melhor qualidade pois sabemos da qualidade enrustida no elenco do Palmeiras.

O Palmeiras se mostrou perdido dentre de seu próprio comando. Atacava, já no começo do jogo, sem organização. Se defendia como podia. E logo no começo, o primeiro gol andreense. Nunes, que já marcou outros gols contra o Palmeiras, marcou mais um e abriu o placar. Logo depois, mais um do Santo André. Era um déja vu para Zago, dessa vez do lado palestrino.

E vontade não faltou ao Palmeiras. Faltou qualidade, técnica. Ainda mais sem organização que no começo, o Palmeiras se jogou no ataque e, num cruzamento, marcou o seu gol pouco antes do fim do primeiro tempo. O segundo tempo prometia fortes emoções.

Mal sabiam que eram fortes e piores emoções. Com um Palmeiras atacante, o Santo André fez o terceiro. Só restou ao Palmeiras tocar a bola para evitar outra goleada. O time do Palmeiras não é fraco. O problema é que ele nem se parece com um time.

Melhores Momentos:


ANÁLISE – Paulista 2 x 3 Santos (04/03)


Por: Lucas Galvão

Em partida extremamente difícil, o Santos venceu o Paulista por 3 a 2, nesta quinta feira, no estádio Jaime Cintra, devido a gol de placa de Robinho, que entrou no segundo tempo e definiu o jogo a favor do Peixe.

Santos: Felipe; Roberto Brum (Rodrigo Mancha), Durval, Edu Dracena e Léo (Mádson), Arouca, Wesley, Marquinhos e Paulo Henrique Ganso; Neymar (Robinho) e André. Técnico: Dorival Júnior.

Paulista: Vinicius; Lucas, Eli Sabiá, William Rocha e Julinho (Rafael Martinho); Bruno Formigone, Rai, Baiano (Carlão) e Emerson (Marquinhos); Felipe Azevedo e Barboza. Técnico: Wagner Lopes

Em uma partida dominada na maior parte do tempo pelo time da casa, o Santos contou com o talento do goleiro Felipe e a genialidade de Robinho para conseguir mais três pontos. O time do Paulista, que se encontra na décima oitava colocação, demonstrou ser um time de qualidade e que se encontra nesta situação apenas pela deficiência técnica dos protetores de zaga Rai e Bruno Formigone, ex Portuguesa e São Paulo, respectivamente.

O Paulista começou na pressão e abriu o placar logo aos 2 minutos, quando Émerson deu brilhante corta – luz e deixou Barboza livre para deslocar o goleiro Felipe e marcar 1 a 0. O time do Santos, nos primeiros 15 minutos, parecia desinteressado pela partida, permitindo chances claríssimas, Barboza, ao receber cruzamento rasteiro e tentou ir de cabeça na bola, perdendo um lance que poderia ter complicado ainda mais a vida do Santos. Baiano, aos 8 e 12 do primeiro tempo, demonstrando estar em ótima forma física e técnica, assustou com chutes de fora da área.

O Santos acordou depois de Felipe ter trabalhado muito, e as laterais do campo foram as armas, pela direita, o apoio de Wesley era constante e pela esquerda, caia André, que desperdiçou clara chance de marcar ao deixar a bola escapar, aos 20 minutos e aos 22, em cabeçada errônea, à direita do gol de Vinícius. Wesley, no entanto tinha mira melhor, e de duas chances claras, teve uma salva em cima da linha por Lucas e em outra, aos 25, empatou o jogo para o time da Vila. Na comemoração, o santista fez um gesto de choro, em menção as reclamações do zagueiro Chicão, do Corinthians, aos lances de efeito de Neymar. O Santos passou a ter mais posse de bola, mas não conseguiu chegar a virada no primeiro tempo.

Porém, no segundo tempo, logo aos 7 minutos, o Santos já se encontrava na frente, após desvio de cabeça de Paulo Henrique Ganso.

Placar esse, que quatro minutos depois, já foi alterado: Julinho, após bate rebate, empatou para o time de Jundiaí.

Até que aos 17, entra Robinho, melhor em campo, mesmo tendo jogado apenas 30 minutos. O jogador mudou a tônica do jogo a favor da equipe do Santos. Fez jogadas de efeito, lances perigosos e o gol da vitória. Aos 20, chutou à direita de Vinicius. Aos 22, entortou duas vezes Bruno Formigone (péssimo), com seu tradicional drible “Vai pra lá que eu vou pra cá” e bateu no ângulo. A bola bateu duas vezes no travessão antes de entrar.

Depois da entrada de Robinho, o Santos parecia voar em campo. O craque jogou bola na trave, deu drible, pedalou e incentivou os companheiros.

Durval, aos 36, perdeu duas chances sem goleiro em sequência, as duas salvas pelo zagueiro Lucas (bom zagueiro), em lance quase inacreditável.

Para manchar uma atuação quase perfeita do árbitro Wilson Seneme, o mesmo anulou gol legítimo de Marquinhos, no finalzinho do jogo. Mas, o Santos, no final das contas, venceu, 3 x 2.

Agora, os Meninos da Vila vão enfrentar a Portuguesa, domingo, dia 7 de março, às 17h00, no Canindé, em busca da décima vitória seguida.

Melhores Momentos

terça-feira, 2 de março de 2010

ANÁLISE: Rio Claro 1x0 Palmeiras (28/02)



Por Raphael Ferreira

Com um gramado encharcado, Palmeiras não conseguiu envolver o Rio Claro com toque de bola, quando saiu para o contra ataque foi prejudicado pelas poças. Já o Rio Claro teve poucas oportunidades, contudo quando teve aproveitou. 1x0 para Rio Claro e Zago perde a 1ª partida no comando Alviverde, o Palmeiras ainda não conseguiu 3 vitórias consecutivas no ano.

Rio Claro: Sidney; Odair, Luciano e William; Murilo, Walker, Danilo Avelar, Diego Perini (Neno) e Henrique (David Oliveira); Jackson (Edu Sales) e Osny

Palmeiras: Marcos; Wendel (Willian), Danilo, Léo e Eduardo; Edinho, Souza (Ivo), Cleiton Xavier e Diego Souza; Lenny (Marquinhos) e Robert.

O Palmeiras entrou a campo com o meio campo modificado, Pierre e Márcio Araújo (os 2 volantes titulares) não puderam jogar, Pierre por suspensão, 3º amarelo recebido contra o São Paulo e Márcio Araújo machucado, também desfalcou o Verdão. Edinho e Souza entraram, mas não corresponderam, um pouco pelo gramado, pois era clara a dificuldade em sair jogando.

No início do jogo, Robert teve uma boa oportundade mas passou perto da trave. Aos 10 minutos, na cabeçada de Luciano, Marcos fez uma grande defesa. A partir daí não houveram grandes chances, pois o gramado não permitia e as bolas que iam para a área eram afastadas pela defesa de ambas equipes. Aos 34 minutos, Souza tentou se antecipar, mas Osny protegeu bem a bola, avançou e chutou forte no canto do gol alviverde.

Na volta da 2ª etapa, o Palmeiras quase sofreu o 2º gol, Souza cabeceou para trás e Marcos teve trabalho, a bola ficou na área palmeirense e Henrique acertou a trave de Marcos. Zago tirou um volante, Souza, para colocar um meia Ivo, mas nada adiantou, as bolas alçadas na área eram tiradas ou passavam por perto como a chance de Lenny no fim do jogo.

Antônio Carlos teve 3 partidas e não pôde ser analisado, contra o São Paulo, armou bem a equipe e surpreendeu o Tricolor. Já contra o Flamengo – PI era ‘’obrigação’’ e nesta última partida o gramado impediu o envolvente toque de bola que Zago está tentando implantar e o Verdão não teve sucesso nas bolas cruzadas. Agnaldo Liz, ex – zagueiro do Palmeiras, armou bem sua equipe, fazendo com que o Rio Claro ganhasse a partida.

O Verdão volta a campo na quarta – feira , e enfrenta o Santo André no Palestra Itália. Santo André vem atuando bem e Zago vai ter dificuldades nessa partida.
Já o Rio Claro, visita a Portuguesa no Canindé, também na quarta – feira.

Melhores Momentos: