sexta-feira, 5 de março de 2010

ANÁLISE: Palmeiras 1 x 3 Santo André (03/03)


Por M. Dantas

É estranho falar sobre o Palmeiras de quarta-feira. Irreconhecível para um clube de tantas glórias perder -e feio - em casa, com pouco mais de três mil pessoas, contra um time considerado pequeno. Reconhecível pelo futebol que vem jogando há um bom tempo. Irreconhecível pelo elenco e pelo investimento que tem. Reconhecível pelo que já tem mostrado ao seu torcedor.

Palmeiras: Marcos; Euardo (Ivo), Danilo, Edinho e Armero; Pierre, Souza (Deyvid Sacconi), Cleiton Xavier (Marquinhos) e Diego Souza; Robert e Lenny.
Técnico: Antônio Carlos Zago
Santo André: Júlio César; Rômulo, Cesinha, Toninho e Carlinhos (Ricardo Conceição); Alê, Gil, Branquinho (Ricardo Goulart) e Bruno César; Nunes (Renato Dias) e Rodriguinho.
Técnico: Sérgio Soares

Em mais um dia péssimo da equipe alviverde, o Palmeiras foi derrotado por um dos melhores times do campeonato Paulista: o Santo André. Um time mais arrumado, mais entrosado e só não podemos falar que tinha melhor qualidade pois sabemos da qualidade enrustida no elenco do Palmeiras.

O Palmeiras se mostrou perdido dentre de seu próprio comando. Atacava, já no começo do jogo, sem organização. Se defendia como podia. E logo no começo, o primeiro gol andreense. Nunes, que já marcou outros gols contra o Palmeiras, marcou mais um e abriu o placar. Logo depois, mais um do Santo André. Era um déja vu para Zago, dessa vez do lado palestrino.

E vontade não faltou ao Palmeiras. Faltou qualidade, técnica. Ainda mais sem organização que no começo, o Palmeiras se jogou no ataque e, num cruzamento, marcou o seu gol pouco antes do fim do primeiro tempo. O segundo tempo prometia fortes emoções.

Mal sabiam que eram fortes e piores emoções. Com um Palmeiras atacante, o Santo André fez o terceiro. Só restou ao Palmeiras tocar a bola para evitar outra goleada. O time do Palmeiras não é fraco. O problema é que ele nem se parece com um time.

Melhores Momentos:


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